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Produtor cristão alerta para o aumento de “conteúdo LGBT na mídia infantil”

É cada vez maior a presença de personagens LGBTs em desenhos infantis, algo que exige muita atenção das famílias, especialmente às cristãs. Como se já não bastasse a propaganda ideológica no meio secular, segundo o produtor cristão Phil Vischer, essa realidade também está sendo inserida aos poucos nas mídias cristãs.

“Os pais definitivamente terão que lidar com uma presença crescente do conteúdo LGBT na mídia infantil, disse Vischer, explicando que isso “vai aparecer cada vez mais, conforme o mundo decide que as questões LGBTs estão nas mesmas categorias que as questões de raça e direitos civis”.

Em outras palavras, Vischer ressalta que o esforço do ativismo LGBT para que a sexualidade dos homossexuais, transexuais/transgêneros, travestis e outros seja encarada como uma “condição natural”, equiparável à biológica, é para fazer com que tais personagens sejam vistos como uma condição tão natural quanto à raça.

Com base nisso, ele diz: “Então, dizer que você não deveria ter um casal do mesmo sexo em ‘Vila Sésamo’ é o equivalente a dizer que você não deveria ter um casal negro em ‘Vila Sésamo”.

Vischer citou como exemplo a reação das crianças ao assistirem um episódio do desenho Arthur, em que dois homossexuais aparecem se casando. “Nenhuma delas fez perguntas sobre por que dois homens estavam se casando. A reação delas foi: ‘Ah, tudo bem! Ótimo!”.

Apesar de toda a propaganda LGBT feita na mídia e a sua enorme pressão sobre os produtores de mídia em geral, Phil Vischer afirma que, como cristão, não se dobrará diante dessa tentativa forçada de desconstrução dos ensinos judaico-cristãos sobre família e sexualidade.

“Se eu for pressionado por Hollywood a mostrar a dois homens se casando, porque todos nós decidimos que é certo e correto, minha reação será: ‘Não, não vou. Porque isso não é o que eu acredito ser melhor para as crianças”, disse ele.

“É mais sobre o que mostramos como normal, em vez de mostrar explicitamente algo e dizer: ‘isso é errado’. Estou retratando o positivo e não o negativo”, conclui o produtor, segundo informações do Christian Post.

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